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quinta-feira, 4 de junho de 2009

"Maley e Eu"

John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.

- 1º Capítulo -
Um filhote vezes trêsNós éramos jovens. Estávamos apaixonados. Estávamos nos deleitando naqueles sublimes primeiros dias de casamento quando a vida parece que não pode se tornar mais maravilhosa. Mal conseguíamos ficar longe um do outro.Então, numa noite de janeiro de 1991, eu e minha mulher, casada há quinze meses comigo, jantamos rapidamente e partimos para responder a um anúncio classificado do Palm Beach Post. Por que estávamos fazendo isso, eu não tinha certeza. Algumas semanas antes eu despertara logo depois de amanhecer sozinho na cama. Levantei-me e encontrei Jenny sentada, em seu roupão de banho, na mesa de vidro na varanda telada de nosso pequeno bangalô, curvada sobre o jornal com uma caneta na mão.Não havia nada de inusitado na cena. O Palm Beach Post não era somente o nosso jornal local diário, bem como era a fonte de metade de nossa renda familiar. Ambos escrevíamos para dois jornais. Jenny trabalhava como comentarista de cinema na seção de filmes do Post; e eu era um repórter de notícias do jornal concorrente da região, o Sun-Sentinel no sul da Flórida, a uma hora de viagem sul, em Fort Lauderdale. Começávamos, toda manhã, a perscrutar os jornais, para ver como nossas histórias saíam e como se comparavam com as que saíam nas edições concorrentes.Circulávamos, sublinhávamos e recortávamos sem parar. Mas, nesta manhã, Jenny não estava com a cara enfiada na página de notícias, mas na seção de classificados. Quando eu me aproximei, notei que ela estava febrilmente circulando anúncios sob o título “Animais de Estimação — Cães”.— Ah... — eu disse, num tom gentil de marido recém-casado, ainda pisando em ovos. — Há algo que eu deveria saber?Ela não me respondeu.— Jen... Jen?— É a planta — ela disse, finalmente, num tom de voz ligeiramente desesperado.— A planta? — perguntei.— Aquela planta estúpida — ela disse. — Aquela que nós matamos.Aquela que nós matamos? Eu não queria mencionar o assunto, mas, apenas esclarecendo, foi a planta que eu comprei e que ela matou. E a trouxe de surpresa, certa noite, uma imensa comigo-ninguém-pode, com folhas em belos tons bege, amarelo e esmeralda.— Qual é a ocasião? — ela perguntou.Mas não havia nenhuma. Eu lhe dei a planta sem nenhum motivo especial além de querer dizer a ela:— Nossa, não é ótimo estarmos casados?Ela adorou tanto o meu gesto quanto a planta e agradeceu-me, jogando seus braços em volta do meu pescoço e beijando-me nos lábios. Então, foi imediatamente matar o presente que dei a ela com uma eficiência fria e assassina.Não que ela quisesse matá-la; como se fosse nada, ela aguou a coitadinha até morrer. Jenny não tinha grandes pendores para plantas. Imaginando que todos os seres viventes precisam de água, mas aparentemente se esquecendo que também precisam de ar, ela se pôs a encharcar a planta diariamente.— Tome cuidado para não aguá-la demais — eu a prevenia.— Certo — ela respondia e, em seguida, entornava mais um galão de água na coitadinha.Quanto mais fraca a planta ficava, mais água ela colocava, até praticamente dissolvê-la. Eu olhei desalentado para seu esqueleto esquálido no vaso junto à janela e pensei: “Puxa, se eu acreditasse em presságios,


Título: Marley e Eu - Audiolivro
Autor: john grogan
Editora: Prestigio
Assunto: Literatura Estrangeira-Romances
Idioma: Português
Tipo de Capa: BROCHURA
Edição: 1
Número de Páginas: 272

"O Monge e o Executivo"


Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. "O Monge e o Executivo" é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.
"O Monge e o Executivo"
postarei aqui um texto do livro que gostei
- Bom dia - meu companheiro de quarto alegremente me disse, ainda na cama, antes mesmo que eu desligasse o despertador. - Sou o pastor Lee, de Wisconsin. E você, quem é?- John Daily. Prazer em conhecê-lo, Lee. - Eu não quis chamá-lo de "pastor".- É melhor nos vestirmos, se é que vamos à cerimônia das cinco e meia.- Vá em frente. Vou dormir mais um pouquinho - resmunguei, tentando parecer sonolento.- Fique à vontade, parceiro. - Vestiu-se e saiu em minutos. Virei de lado, cobri a cabeça com o travesseiro, mas logo descobri que estava bem desperto e sentindo um pouco de culpa. Então, rapidamente me lavei, me vesti e saí para procurar a capela. Ainda estava escuro, e o chão, molhado da tempestade que devia ter caído à noite.Eu mal conseguia ver a silhueta do campanário desenhada contra o céu da madrugada no meu caminho para a capela. Uma vez dentro, descobri que a estrutura de madeira velha e hexagonal estava impecavelmente conservada. As paredes eram lindamente adornadas com janelas de vidro colorido, cada uma retratando uma cena diferente. O teto alto, como o de uma catedral, se erguia acima das seis paredes e convergia no centro para formar o campanário. Havia centenas de velas queimando por todo o santuário, espalhando sombras nas paredes e nos vidros coloridos, criando um interessante caleidoscópio de formas e matizes. Do lado oposto à porta de entrada havia um altar simples constituído de uma pequena mesa de madeira com os vários implementos usados durante a missa. Bem em frente ao altar e formando um semicírculo em torno dele dispunham-se três fileiras de 11 cadeiras simples de madeira destinadas aos 33 frades. Apenas uma das cadeiras com um grande crucifixo entalhado no espaldar tinha braços. "Reservada para o reitor", pensei. Ao longo de uma das paredes adjacentes ao altar havia seis cadeiras dobráveis que eu deduzi serem para uso dos participantes do retiro. Silenciosamente, me encaminhei para uma das três cadeiras vazias e me sentei.Meu relógio marcava cinco e vinte e cinco, mas apenas a metade das 39 cadeiras estava ocupada. No total silêncio, o único som era o tiquetaque melódico de um enorme relógio antigo na parte de trás da capela. Os frades vestiam longos hábitos pretos com cordões amarrados na cintura, enquanto os participantes do retiro usavam roupas informais. Às cinco e meia todos os assentos estavam ocupados.Quando o enorme relógio começou a bater a meia hora, os frades se levantaram e começaram a cantar uma liturgia, felizmente em inglês. Os participantes do retiro receberam folhetos para acompanhar, mas eu me vi perdido virando as páginas para a frente e para trás, numa tentativa inútil de procurar o texto entre as várias seções de antífonas, salmos, hinos e respostas cantadas. Finalmente desisti de procurar e apenas fiquei sentado ouvindo o canto gregoriano, de que gostava especialmente.Depois de aproximadamente 20 minutos, a cerimônia terminou tão repentinamente quanto havia começado, e os frades seguiram o reitor para fora da igreja em fila indiana. Olhei para os rostos, tentando distinguir Len Hoffman. Qual deles seria?Logo depois da cerimônia religiosa, caminhei em direção à pequena biblioteca, bem pertinho da capela. Eu queria fazer uma pesquisa na internet, e um frade velho e extremamente solícito me mostrou como conectar.Havia mais de mil itens sobre Leonard Hoffman. Depois de uma hora de busca, encontrei um artigo sobre ele em um número da revista Fortune de 10 anos atrás e o li, fascinado.
Editora: Sextante
Autor: JAMES C. HUNTER
Origem: Nacional
Ano: 2004
Edição: 1
Número de páginas: 144
Acabamento: Brochura
Formato: Médio