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sábado, 20 de junho de 2009

Cânticos de Sangue - Crônicas Vampirescas


Uma história de amor e lealdade promete levar os leitores de Anne Rice de volta à Fazenda Blackwood. Em Cântico de sangue, o vampiro Lestat, seu personagem mais famoso, volta à cena atormentado pela idéia de redenção e tomado por uma paixão inesperada pela bruxa Rowan Mayfair, outra célebre personagem da escritora. Mas para levar o romance adiante, há várias barreiras a serem superadas. A vontade de viver entre os humanos é forte, mas também são muitos os prazeres da imortalidade. Amadurecido o suficiente para tomar a decisão correta, o famoso vampiro insiste em percorrer o longo e tortuoso caminho do conhecimento nesta história repleta de suspense e erotismo.

Crônicas Vampirescas é o nome dado a um conjunto de obras da escritora Anne Rice, que narra a história dos vampiros Lestat de Lioncourt, Louis de Pointe du Lac, Armand, Marius de Romanus, entre outros.

O primeiro volume das crônicas vampirescas foi Interview with the Vampire, que em 1994 chegou aos cinemas, com Tom Cruise interpretando Lestat de Lioncourt, Brad Pitt como Louis de Pointe du Lac, Antonio Banderas como Armand, Kirsten Dunst como Claudia e Christian Slater como Daniel Molloy, o repórter. Entrevista com o Vampiro narra a história do vampiro Louis, que a está contando ao repórter Daniel.

O volume seguinte narra a história do vampiro Lestat, que dá o nome ao livro. A Rainha dos Condenados, terceiro volume, começa onde O Vampiro Lestat termina, dando sequência à história de Akasha.

O Vampiro Lestat e A Rainha dos Condenados foram filmados juntos, dando origem ao filme A Rainha dos Condenados em 2002. Nesse filme Lestat é interpretado por Stuart Townsend. O elenco ainda conta com: Aaliyah como Akasha, Marguerite Moreau como Jesse, Vincent Pérez como Marius de Romanus, Paul McGann como David Talbot e Lena Olin como Maharet.





Livros das Crônicas Vampirescas

01 - Entrevista com o Vampiro Sinopse: Escrito em 1976, inicia a série sobre "crônicas vampirescas" escrita por Anne Rice. Neste livro, o vampiro Louis, que recusa-se a perder suas características humanas, conta como transformou-se em um vampiro a um repórter.

02 - O Vampiro Lestat Sinopse: A história de Lestat, um aristocrata que resolve tornar-se ator na Idade Média, e torna-se vampiro ao acaso. Conheça sua vida ao longo dos séculos e como se transforma em um ídolo do rock na atualidade 03 - A Rainha dos Condenados Sinopse: Em A rainha dos condenados, a escritora americana Anne Rice retoma os personagens que a tornaram famosa e faz o livro de maior suspense e densidade de suas Crônicas Vampirescas. Aqui, há vampiros para todos os gostos. Jovens e delinqüentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia. Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, através de um banho de sangue. Mestra da alquimia entre crueldade e poesia, Anne Rice prova em A rainha dos condenados saber fazer em literatura o que Lestat faz em música. Impossível não segui-la hipnoticamente até a última página.

04 - A História do Ladrão de Corpos Sinopse: Neste 4º livro das Crônicas Vampirescas, Lestat, o herói-vampiro, depara-se com uma proposta tentadora: ser humano outra vez, com todos os cinco sentidos alertas, comendo e bebendo à luz do sol.

05 - Memnoch Sinopse: Mais um volume que faz parte das Crônicas Vampirescas. Lestat encontra com Memnoch, que afirma ser o diabo em pessoa. Ele coloca o imortal diante da oportunidade de voltar no tempo, conhecer a criação, visitar o purgatório e escolher entre céu e inferno.

06 - O Vampiro Armand Sinopse: Este volume das crônicas vampirescas é todo dedicado ao vampiro Armand, a personagem ao mesmo tempo angélica e diabólica que desempenhou um papel importante no primeiro livro da série, o já clássico "Entrevista com o Vampiro". O livro acompanha a trajetória do vampiro desde sua infância em Constantinopla até ao clímax, nos fatos já relatados pelo vampiro Lestat.

07 - Merrick Sinopse: Anne Rice mescla vampiros e bruxas ligadas ao vodu neste novo romance. Merrick é uma bruxa sedutora e poderosa que conta sua saga para David Talbot, um estudioso do ocultismo que foi transformado em vampiro. Ela tenta trazer a vampira Cláudia, uma mulher presa a um corpo infantil, de volta à vida a pedido do vampiro Louis.

08 - Sangue e Ouro Sinopse:

A mestra do terror gótico moderno, Anne Rice, ao dar seqüência às célebres crônicas vampirescas, conta a história de dois de seus fascinantes e enigmáticos personagens, Marius e Thorne, poderosos Filhos das Trevas. O primeiro deseja vingança contra um antigo inimigo, enquanto o segundo anseia pelo reencontro com sua criadora. Revelando o sombrio mundo dos seres imortais, Sangue e ouro aborda os sofrimentos inerentes à vida eterna.

09 - A Fazenda Blackwood Sinopse: Um novo livro de Anne Rice, a grande dama do gótico moderno, lançado no Brasil: A fazenda Blackwood. Nessa obra, a história gira em torno de Tarquinn Blackwood, um jovem sedutor e excêntrico, único herdeiro de uma imensa propriedade que leva o nome de sua família e que é assombrada por fantasmas e outras criaturas. Entre as assombrações está Goblin, um espírito manipulador e poderoso que controla Tarquinn desde a infância e cujo poder e fúria se intensificam depois que o jovem é transformado em vampiro. Atormentado, Tarquinn decide procurar o célebre vampiro Lestat em Nova Orleans e pedir sua ajuda. A fim de que Lestat saiba como agir, o rapaz conta para ele a saga da família Blackwood, uma narrativa que leva o leitor da Nova Orleans dos dias de hoje até a antiga Pompéia, passando pela Nápoles do século XIX, em uma vertiginosa teia de traição, mistério e sangue. Em A fazenda Blackwood, Anne Rice, em sua melhor forma, conta a história de um jovem em busca de sua verdadeira identidade. A escritora norte-americana mescla como ninguém suspense, terror e erotismo, criando um inesquecível conto de mistério, luxúria e morte. Formada em Ciência Política e em Escrita pela Universidade de San Francisco, Anne Rice, que nasceu em 1941, publicou seu primeiro romance - o consagrado Entrevista com o vampiro - em 1976.

10 - Cântico de Sangue Sinopse: Uma história de amor e lealdade promete levar os leitores de Anne Rice de volta à Fazenda Blackwood. Em Cântico de sangue, o vampiro Lestat, seu personagem mais famoso, volta à cena atormentado pela idéia de redenção e tomado por uma paixão inesperada pela bruxa Rowan Mayfair, outra célebre personagem da escritora. Mas para levar o romance adiante, há várias barreiras a serem superadas. A vontade de viver entre os humanos é forte, mas também são muitos os prazeres da imortalidade. Amadurecido o suficiente para tomar a decisão correta, o famoso vampiro insiste em percorrer o longo e tortuoso caminho do conhecimento nesta história repleta de suspense e erotismo.

11 - Novos Contos Vampirescos - Pandora Sinopse: A história de Pandora, vampira de mais de 2000 anos, é relatada por outro vampiro, David Talbot, na Paris do século XXI. A saga começa quando Pandora era uma mortal e vivia em Roma, na época do imperador Júlio César. Ela se apaixona pelo vampiro Marius e juntos vivem um turbulento romance ao longo dos séculos.

12 - Novos Contos Vampirescos - Vittorio: o Vampiro Sinopse:

Oitavo volume das "Crônicas vampirescas", iniciadas em 1976 com "Entrevista com o vampiro", levada às telas sob a direção de Neil Jordan, o livro traz a autobiografia de um ser das trevas que encontrou a morte em 1450 em Florença, quando era um garoto de dezesseis anos muito bonito. Vittorio viveu sua infância na casa de Cosimo, "o velho", que dirigia o banco dos Medici e era mecenas de artistas como Donatello, Brunnelleschi e Michelozzo. Ali viu com seus olhos de criança o encontro entre o Papa Eugenio IV e João VIII, o Patriarca de Constantinopla, que havia vindo de Bizâncio para o Concílio de Trento. E tudo é contado com a displicência de quem devorou quatro séculos de cultura inglesa, o que permite que traduza, em suas palavras, sentimentos mais complexos com a fluência de um filme de Sylvester Stallone. Não é a toa que os livros de Rice sejam tão consumidos e aceitos em escolas ao mesmo tempo que atraem seguidores que os vêem como cult.

13 - Novos Contos Vampirescos - Lasher Sinopse:

Espírito que tem como objetivo se fazer carne, sentir, ter vida, através da concentração de partículas transmutadas nas células do filho de Rowan e Michel. Lasher e suas bruxas fizeram um pacto e uma promessa: ele traria todas as riquezas e lhes concederia todos os favores.

GIZELE ZWICKER -A ESQUECIDA

a esquecida
Com apenas 13 anos de idade Gizele Zwicker dá seus primeiros passos como escritora. A Esquecida é uma eletrizante e envolvente história que mescla suspense e boas pitadas de bom humor! Camila, uma adolescente de 17 anos com dons peculiares de ver, conversar e tocar em pessoas mortas, precisa da sua ajuda para decifrar um mistério de outro mundo! Você topa?

ANNE RICE - A Rainha dos Condenados

ANNE RICE A rainha dos condenados
Lestat, o roqueiro diabólico, o perversor apresentado em Entrevista com o vampiro, lança sua autobiografia e um disco terrível. Pior: não contente, resolve ainda promover um show em que o tema principal é o proibido: a verdadeira origem dos vampiros e todo o peso da maldição que os acompanha.

Em A rainha dos condenados, a escritora americana Anne Rice retoma os personagens que a tornaram famosa e faz o livro de maior suspense e densidade de suas Crônicas Vampirescas. Aqui, há vampiros para todos os gostos. Jovens e delinqüentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia.

Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, através de um banho de sangue.

Mestra da alquimia entre crueldade e poesia, Anne Rice prova em A rainha dos condenados saber fazer em literatura o que Lestat faz em música. Impossível não segui-la hipnoticamente até a última página.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Programa de afiliados


Nessa postagem fugirei do tema "Livros", e entrarei em algo que todos gosta "dinheiro" muito dinheiro!
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Quais sites são aceitos
Assim como a maioria dos programas de afiliados o Afiliads também não permite a exibição dos anúncios em sites que exibam conteúdo adulto, pirataria, ofensivo, racista, drogas, violência e etc.

O AfiliAds não lhe proíbe de participar em conjunto com outros sistemas de afiliados ou publicidade na internet.

Conclusões
O Afiliads aparenta ser uma excelente opção para quem pretende ganhar algum dinheiro com seu site, principalmente para aqueles que não podem utilizar Adsense, porque tiveram sua conta reprovada ou cancelada.

Antes de escrever este artigo eu fiz uma pesquisa na internet sobre o que o pessoal anda falando sobre o Afiliads, mas não achei nenhuma reclamação que comprometa a credibilidade desta empresa.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Corações Romanticos


As Histórias dessa vez são para os Corações Românticos, organizado por Alice Gray a inspirada criadora da série best seller "Histórias para o Coração" ,com mais de três milhões de exemplares impressos, esse livro traz histórias que celebram a beleza do maior sentimento que existe ... O Amor.


Editora: UNITED PRESS - HAGNOS
ISBN : 8524303514
ISBN 13: 9788524303517
Espec. : LITERATURA
BROCHURA
1 º Edição - 2007 88 pág.

Charles Rosen


Poucas pessoas se igualam ao refinamento e discenimento de Charles Rosen, seja como pianista, estudioso de musica ou critico. Neste livro ele faz uma habilidosa critica do periodo romantico por meio de alguns de seus principais ensaios, passeando pelo romance, poesia, conto, pintura e música. Ao fazer uma comparação sagaz ou uma justa posição surpreendente, Rosen nos abre novas perspectivas, sem jamais banalizar as questões, mas também sem escorregar para o hermetismo.

sábado, 6 de junho de 2009

"Eu Sou o Mensageiro"

"Um Belo Livro Que Vai Realmente Deixa Qualquer um Envolvido "



Eu Sou O Mensageiro ou (The Messenger, em inglês) é um dos livros escritos pelo autor australiano Markus Zusak, também autor do sucesso A Menina que Roubava Livros. A história relata a vida de Ed Kennedy, depois de impedir um assalto e começar a receber cartas anônimas, com inscrições por vezes sem sentido, que o levam para pessoas que de alguma maneira necessitam de ajuda. Ed é um adolescente de 19 anos, medíocre e sem futuro, mas que prova que pode ir muito além de sua condição. A linguagem do livro é totalmente direta, não usa eufemismos, mas ao mesmo tempo é sensível e tocante.


Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.

Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.

Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe. Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas.

O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e... só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.


Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro




Editora: Intrínseca
Autor: MARKUS ZUSAK
Origem: Nacional
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Formato: Médio


quinta-feira, 4 de junho de 2009

"Maley e Eu"

John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.

- 1º Capítulo -
Um filhote vezes trêsNós éramos jovens. Estávamos apaixonados. Estávamos nos deleitando naqueles sublimes primeiros dias de casamento quando a vida parece que não pode se tornar mais maravilhosa. Mal conseguíamos ficar longe um do outro.Então, numa noite de janeiro de 1991, eu e minha mulher, casada há quinze meses comigo, jantamos rapidamente e partimos para responder a um anúncio classificado do Palm Beach Post. Por que estávamos fazendo isso, eu não tinha certeza. Algumas semanas antes eu despertara logo depois de amanhecer sozinho na cama. Levantei-me e encontrei Jenny sentada, em seu roupão de banho, na mesa de vidro na varanda telada de nosso pequeno bangalô, curvada sobre o jornal com uma caneta na mão.Não havia nada de inusitado na cena. O Palm Beach Post não era somente o nosso jornal local diário, bem como era a fonte de metade de nossa renda familiar. Ambos escrevíamos para dois jornais. Jenny trabalhava como comentarista de cinema na seção de filmes do Post; e eu era um repórter de notícias do jornal concorrente da região, o Sun-Sentinel no sul da Flórida, a uma hora de viagem sul, em Fort Lauderdale. Começávamos, toda manhã, a perscrutar os jornais, para ver como nossas histórias saíam e como se comparavam com as que saíam nas edições concorrentes.Circulávamos, sublinhávamos e recortávamos sem parar. Mas, nesta manhã, Jenny não estava com a cara enfiada na página de notícias, mas na seção de classificados. Quando eu me aproximei, notei que ela estava febrilmente circulando anúncios sob o título “Animais de Estimação — Cães”.— Ah... — eu disse, num tom gentil de marido recém-casado, ainda pisando em ovos. — Há algo que eu deveria saber?Ela não me respondeu.— Jen... Jen?— É a planta — ela disse, finalmente, num tom de voz ligeiramente desesperado.— A planta? — perguntei.— Aquela planta estúpida — ela disse. — Aquela que nós matamos.Aquela que nós matamos? Eu não queria mencionar o assunto, mas, apenas esclarecendo, foi a planta que eu comprei e que ela matou. E a trouxe de surpresa, certa noite, uma imensa comigo-ninguém-pode, com folhas em belos tons bege, amarelo e esmeralda.— Qual é a ocasião? — ela perguntou.Mas não havia nenhuma. Eu lhe dei a planta sem nenhum motivo especial além de querer dizer a ela:— Nossa, não é ótimo estarmos casados?Ela adorou tanto o meu gesto quanto a planta e agradeceu-me, jogando seus braços em volta do meu pescoço e beijando-me nos lábios. Então, foi imediatamente matar o presente que dei a ela com uma eficiência fria e assassina.Não que ela quisesse matá-la; como se fosse nada, ela aguou a coitadinha até morrer. Jenny não tinha grandes pendores para plantas. Imaginando que todos os seres viventes precisam de água, mas aparentemente se esquecendo que também precisam de ar, ela se pôs a encharcar a planta diariamente.— Tome cuidado para não aguá-la demais — eu a prevenia.— Certo — ela respondia e, em seguida, entornava mais um galão de água na coitadinha.Quanto mais fraca a planta ficava, mais água ela colocava, até praticamente dissolvê-la. Eu olhei desalentado para seu esqueleto esquálido no vaso junto à janela e pensei: “Puxa, se eu acreditasse em presságios,


Título: Marley e Eu - Audiolivro
Autor: john grogan
Editora: Prestigio
Assunto: Literatura Estrangeira-Romances
Idioma: Português
Tipo de Capa: BROCHURA
Edição: 1
Número de Páginas: 272

"O Monge e o Executivo"


Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. "O Monge e o Executivo" é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.
"O Monge e o Executivo"
postarei aqui um texto do livro que gostei
- Bom dia - meu companheiro de quarto alegremente me disse, ainda na cama, antes mesmo que eu desligasse o despertador. - Sou o pastor Lee, de Wisconsin. E você, quem é?- John Daily. Prazer em conhecê-lo, Lee. - Eu não quis chamá-lo de "pastor".- É melhor nos vestirmos, se é que vamos à cerimônia das cinco e meia.- Vá em frente. Vou dormir mais um pouquinho - resmunguei, tentando parecer sonolento.- Fique à vontade, parceiro. - Vestiu-se e saiu em minutos. Virei de lado, cobri a cabeça com o travesseiro, mas logo descobri que estava bem desperto e sentindo um pouco de culpa. Então, rapidamente me lavei, me vesti e saí para procurar a capela. Ainda estava escuro, e o chão, molhado da tempestade que devia ter caído à noite.Eu mal conseguia ver a silhueta do campanário desenhada contra o céu da madrugada no meu caminho para a capela. Uma vez dentro, descobri que a estrutura de madeira velha e hexagonal estava impecavelmente conservada. As paredes eram lindamente adornadas com janelas de vidro colorido, cada uma retratando uma cena diferente. O teto alto, como o de uma catedral, se erguia acima das seis paredes e convergia no centro para formar o campanário. Havia centenas de velas queimando por todo o santuário, espalhando sombras nas paredes e nos vidros coloridos, criando um interessante caleidoscópio de formas e matizes. Do lado oposto à porta de entrada havia um altar simples constituído de uma pequena mesa de madeira com os vários implementos usados durante a missa. Bem em frente ao altar e formando um semicírculo em torno dele dispunham-se três fileiras de 11 cadeiras simples de madeira destinadas aos 33 frades. Apenas uma das cadeiras com um grande crucifixo entalhado no espaldar tinha braços. "Reservada para o reitor", pensei. Ao longo de uma das paredes adjacentes ao altar havia seis cadeiras dobráveis que eu deduzi serem para uso dos participantes do retiro. Silenciosamente, me encaminhei para uma das três cadeiras vazias e me sentei.Meu relógio marcava cinco e vinte e cinco, mas apenas a metade das 39 cadeiras estava ocupada. No total silêncio, o único som era o tiquetaque melódico de um enorme relógio antigo na parte de trás da capela. Os frades vestiam longos hábitos pretos com cordões amarrados na cintura, enquanto os participantes do retiro usavam roupas informais. Às cinco e meia todos os assentos estavam ocupados.Quando o enorme relógio começou a bater a meia hora, os frades se levantaram e começaram a cantar uma liturgia, felizmente em inglês. Os participantes do retiro receberam folhetos para acompanhar, mas eu me vi perdido virando as páginas para a frente e para trás, numa tentativa inútil de procurar o texto entre as várias seções de antífonas, salmos, hinos e respostas cantadas. Finalmente desisti de procurar e apenas fiquei sentado ouvindo o canto gregoriano, de que gostava especialmente.Depois de aproximadamente 20 minutos, a cerimônia terminou tão repentinamente quanto havia começado, e os frades seguiram o reitor para fora da igreja em fila indiana. Olhei para os rostos, tentando distinguir Len Hoffman. Qual deles seria?Logo depois da cerimônia religiosa, caminhei em direção à pequena biblioteca, bem pertinho da capela. Eu queria fazer uma pesquisa na internet, e um frade velho e extremamente solícito me mostrou como conectar.Havia mais de mil itens sobre Leonard Hoffman. Depois de uma hora de busca, encontrei um artigo sobre ele em um número da revista Fortune de 10 anos atrás e o li, fascinado.
Editora: Sextante
Autor: JAMES C. HUNTER
Origem: Nacional
Ano: 2004
Edição: 1
Número de páginas: 144
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

terça-feira, 2 de junho de 2009

"O Menino Do Pijama"



O livro é muito otimo, retrata a 2ª G.M. com o olhar de um menino de nove anos. Um olhar que causa, em quem conhece a história da 2ª G.M., aflição, angústia e como tanta inocênica, ingenuidade, pureza podem estar em uma só pessoa. E o que elas, em demasiado, podem causar. O livro é breve, deixa um gosto de quero mais... mas mesmo assim, tem a sua maestria! RECOMENDO!!!





Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os Judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. "O Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

estarei postando aqui um trecho do "livro"
Bruno Faz Uma Descoberta
Certa tarde, quando Bruno chegou em casa vindo da escola, surpreendeu-se ao ver Maria, a governanta da família - que sempre mantinha a cabeça abaixada e jamais levantava os olhos do tapete -, de pé no seu quarto, tirando todos os seus pertences do guarda-roupa e arrumando-os dentro de quatro caixotes de madeira, até mesmo aquelas coisas que ele escondera no fundo e que pertenciam somente a ele e não eram da conta de mais ninguém.
"O que você está fazendo?", ele perguntou tão educadamente quanto pôde, pois, embora não estivesse contente por chegar em casa e descobrir alguém remexendo nas suas coisas, sua mãe sempre lhe dissera para tratar Maria com respeito e não simplesmente imitar a maneira com que seu pai a tratava. "Tire as mãos das minhas coisas.
"Maria sacudiu a cabeça e apontou para a escada atrás dele, onde a mãe de Bruno acabara de aparecer. Era uma mulher alta, de longos cabelos ruivos, presos numa espécie de rede atrás da cabeça; ela estava retorcendo as mãos em sinal de nervosismo, como se houvesse algo que ela não quisesse falar ou alguma coisa em que não quisesse acreditar.
"Mãe", disse Bruno, marchando em direção a ela, "o que está acontecendo? Por que a Maria está mexendo nas minhas coisas?"
"Ela está fazendo suas malas", a mãe explicou.
"Fazendo minhas malas?", ele perguntou, repassando rapidamente os eventos dos últimos dias para avaliar se fora um mau menino ou se dissera em voz alta as palavras que ele sabia não poder dizer e, por isso, estava sendo mandado embora. Mas não conseguiu pensar em nada que justificasse tal pensamento. Na verdade, durante os últimos dias ele se comportara de maneira perfeitamente decente com todos e não conseguia se lembrar de ter criado nenhuma confusão. "Por quê?", ele perguntou então. "O que eu fiz?"
A mãe já havia entrado em seu próprio quarto a essa altura, mas Lars, o mordomo, estava lá, fazendo as malas dela também. Ela suspirou e jogou as mãos para o ar em sinal de frustração antes de marchar de volta à escada, seguida por Brun
Bruno desceu as escadas correndo e até a ultrapassou na descida, de maneira que já estava esperando pela mãe na sala de jantar quando ela chegou. Ele observou-a sem dizer nada por um momento e pensou consigo que ela não devia ter aplicado corretamente a maquiagem naquela manhã, pois as órbitas dos olhos estavam mais avermelhadas do que de costume, como os seus próprios olhos ficavam quando ele criava confusão e se metia em encrenca e acabava chorando
o, que não ia deixar o assunto morrer sem uma explicação satisfatória.
"Mãe", ele insistiu. "O que está havendo? Estamos de mudança?"
"Venha comigo até o andar de baixo", disse ela, levando-o até a ampla sala de jantar onde o Fúria estivera para comer com eles na semana anterior. "Conversaremos lá embaixo."

"Anjo De Quatro Patas"



Walcyr Carrasco, escritor, autor de novelas da Globo e crônicas da Revista Veja São Paulo, lança pela Editora Gente Anjo de quatro patas, cujo enredo aborda a amizade e o companheirismo com o fiel Uno, um husky siberiano. Misturando ficção com realidade e Apurando ainda mais o estilo irônico de seus textos, Carrasco consegue ser emotivo e divertido ao mesmo tempo quando relembra as aventuras e alegrias com o animal de estimação, que ganhou fama ao ser tema de sua coluna, em novembro de 2006.O autor expõe diversas situações do cotidiano que apontam as curiosidades do comportamento canino: "Apesar de grandes, da aparência feroz e do uivo assustador, huskies não funcionam como cães de guarda. (...) No fundo, não nos pertencem. Eles sim são nossos legítimos donos!"





Título: Anjo de Quatro Patas
Subtítulo: Verdadeira Amizade Entre um Homem e Seu Cachorro, A
Autor:walcyr carrasco
Editora: Gente
Assunto: Literatura Brasileira-Romances
Idioma: Português
Edição: 1
Número de Páginas: 200

"O Guardião De Memórias"


Descrição:


Com mais de três milhões de exemplares vendidos nos Estados Unidos, O Guardião de Memórias é uma fascinante história sobre vidas paralelas, famílias separadas pelo destino, segredos do passado e o infinito poder do amor verdadeiro. Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu. Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar. A força deste livro não está apenas em sua construção bem amarrada ou no realismo de seus personagens, mas, principalmente, na sua capacidade de envolver o leitor da primeira à última página. Com uma trama tensa e cheia de surpresas, O Guardião de Memórias vai emocionar e mostrar o profundo - e às vezes irreversível - poder de nossas escolhas.



Editora: Sextante
Autor: KIM EDWARDS
Origem: Nacional
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 368
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Luz Lembrada

Sinopse:
Luz Lembrada (Jyoti) é uma coletânea eclética de poemas que envolve temas comuns a qualquer ser humano. Enfoca a natureza e os lugares por onde o poeta William Wollinger Brenuvida percorreu. Revela algumas paragens em São Paulo, Brasília, Santa Catarina. A obra fala de amores e de jardins, de árvores e de pássaros, de encanto do mar e de céu estrelado. O poeta revela seu fascínio pelas coisas da alma e em luz que se lembra, portanto, Jyoti - um nome que provém do sânscrito, luz lembrada. Uma luz que transcende estágios, que pede passagem.

A cidade do Sol


Sinopse:
Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rasheed, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seu destino. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz - Você pode ser tudo o que quiser. Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Confrontadas pela História, o que parecia impossível acontece - Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a História continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do todo humano, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.

O caçador de Pipas


Sinopse:
O Caçador de Pipas traz a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado. O narrador Sandro Barros, conseguiu transpor toda a emoção da história em 14 horas de audiolivro, interpretando todos os personagens com vozes diferentes. Incidentalmente, existem músicas afegãs para criar o ambiente da história.

Quem nunca leu esse livro, com certeza valerá a pena adquiri-lo.
Assista o treiller do filme no Youtube

segunda-feira, 1 de junho de 2009

"O Vendedor De Sonhos"




O vendedor de sonhos é um livro escrito por Augusto Cury, o que por si só já recomenda a leitura do livro, entre as dicas de livros. Augusto Cury tem 50 anos, é médico, psicoterapeuta, psiquiatra e escritor de sucesso em vários países, sendo que somente no Brasil já foram vendidos mais de 5.000.000 de livros do conceituado autor. Pesquisador sobre o desenvolvimento da inteligência e a qualidade de vida, com uma abordagem na construção dos pensamentos e da emoção e sua dinâmica, já recebeu muitos títulos importantes do mundo cientifico e universitário em vários países do mundo, onde seus estudos tem sido apreciados, afinal, um livro, um mundo de emoções.


O vendedor de sonhos conta uma história um tanto inusitada, um professor esta a beira do suicídio e um homem desconhecido e maltrapilho o convence de desistir do ensejo, e passa a vender sonhos para as pessoas garantindo que é isso que irá salvar a humanidade. Três linhas é nada para descrever a trama desse romance, que conta em sua trajetória com a beleza da exploração da psique humana, pelas mãos de Augusto Cury, levando o leitor a um mundo ainda pouco conhecido para a maioria das pessoas, suas emoções e seus próprios sentimentos e desejos. Como fundo para a história de ficção Augusto Cury nos faz refletir sobre a ordem social e a cultura religiosa de cada um.



Este belo livro tem sua história narrada por um professor chamado Julio César que tentou se suicidar, se atirando do alto de um prédio. A polícia, e um psiquiatra renomado tentam dissuadi-lo da idéia sem lograrem êxito. Um homem desconhecido e maltrapilho que passa por ali, assiste a situação e resolve interferir. Sem ligar para as autoridades que tentavam conduzir a situação o vendedor de sonhos tenta salvar o suicida e o convence a não saltar. A partir daí começa a verdadeira história do livro. O vendedor de sonhos começa a apregoar que o mundo contemporâneo se transformou em um manicômio e que todos somos coniventes e construímos essa sociedade, instalando uma duvida inquietante na mente de todos e uma resposta difícil.



Uma obra que emociona e leva o leitor a refletir sobre a sociedade moderna e os valores que aceitamos como nossos, no desenrolar da história o vendedor de sonhos vai ganhando vários discípulos, sendo o primeiro o professor Julio César, mas ganha também inimigos, como a poderosa empresa de tecnologia, a “Megasoft”, a quem as idéias do vendedor prejudicam diretamente. Resta a pergunta: o vendedor de sonhos é um louco ou um sábio? Na trajetória do vendedor de sonhos os seus leitores irão rir, chorar, se emocionar e refletir. É um daqueles livros que com certeza vale a pena ser lido. Augusto Cury nesta obra revela que é um verdadeiro doutor da mente humana, pois através de um romance muito bem escrito é capaz de nos conduzir a refletir sobre toda a trajetória da escola da vida, sua


que todos tenham uma boa leitura e espero que comentem no meu blog

mentes perigosas


espero que gostem pois este livro retrata muito a nossa "realidade"
aqueles que queiram compra este livro tenho certeza que não estarão jogando dinheiro fora, e que tenham uma boa leitura...

O psicopata mora ao lado



"Este livro tão minucioso e detalhado é de grande importância para a sociedade.

Mentes Perigosas

proporciona ao leitor um panorama do comportamento dos psicopatas, delineando preventivos resguardos e defesas das pessoas que eventualmente venham a se relacionar com eles.

” Arthur Lavigne, advogado criminalista

Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem.“Mentes Perigosas” discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses “predadores sociais” com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de “pessoas do bem”.Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, “inteligentes” e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade.Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.


postarei aqui um trecho deste livro para aqueles que não tiver a oportunidade de ler ...


CAPÍTULO 1

RAZÃO E SENSIBILIDADE:
UM SENTIDO CHAMADO
CONSCIÊNCIA
Mentes


Lembro como se fosse hoje. Fecho os olhos e lá estou
eu e meus colegas no anfiteatro principal do Hospital
Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro. Aquilo que a princípio deveria
ser mais uma das palestras do nosso vasto currículo do curso de
medicina foi fundamental na minha vida profissional.
Era sexta-feira, nove horas da manhã, e eu me encontrava
sonolenta e exausta, em função do plantão que havia feito na noite
anterior. Confesso que por uns dez a 15 minutos quase rezei para
que o palestrante faltasse ao seu compromisso. Dessa forma, poderia
ir para casa, tomar um belo banho e dormir o sono dos justos
sem nenhuma pontinha de culpa.
Por volta de 9h15, um homem franzino e muito branco, que
trajava uma calça jeans e um discreto blusão azul, adentrou o auditório
repleto de alunos, subiu no tablado e desenhou na lousa o
seguinte gráfico:
Em tom provocador e entusiasmado, ele entonou em voz
firme e forte a seguinte questão: “O que é consciência?”
Ainda sob o impacto daquela estranha presença, que sequer
se apresentou, a turma entreolhava-se de forma discreta na

expectativa de que alguém quebrasse o silêncio constrangedor
que inundava o anfiteatro.
Por mais estranho que possa parecer, aquele silêncio me
despertou, ou melhor, toda aquela situação me intrigou de alguma
forma. Senti-me desafiada pelo questionamento que aquele homem
havia jogado no ar!
Rapidamente ajeitei-me na cadeira, esfreguei os olhos e impulsivamente
disparei: “Bom dia, mestre, sou estudante do terceiro
ano desta faculdade (UERJ) e gostaria de saber o seu nome, a sua
especialidade e uma pequena explicação sobre o gráfico na lousa.”
Por uma fração de segundos percebi que tinha sido ligeiramente
indelicada e também desafiadora. Quando deparei com
o professor à minha frente, pude observar certo bom humor em
sua fisionomia, o que foi confirmado por suas palavras: “Bom dia a
todos os acadêmicos aqui presentes! Meu nome é Osvaldo e sou
médico psiquiatra, professor assistente da cadeira de psiquiatria
desta faculdade.”
Sem pestanejar, o professor Osvaldo, dirigindo-se a mim,
fez valer a lei da ação e reação: “Vejo que você está muito interessada
no tema de hoje. Então vamos iniciar nossa aula com a sua
descrição sobre a consciência.”
Naquele momento percebi que o ditado “quem está na chuva
é pra se molhar” era inteiramente verdadeiro e, sem possibilidades
de fuga, falei: “Professor, quando ouço a palavra consciência
dois sentimentos me vêm à cabeça: um de ordem prática, ou seja,
se estou acordada ou não; e outro de ordem subjetiva, que me
remete ao fato de eu ter consciência de quem eu sou e qual o meu
papel no mundo.”
Com um sorriso de aprovação nos lábios, o professor continuou:
“Em parte você já explicou o gráfico aqui colocado. De certa
forma, seu ponto de vista está correto. Mas vamos nos aprofundar
um pouco mais nessas questões.”
Apontando para o desenho na lousa, ele prosseguiu:

“ESTAR consciente é fazer uso da razão ou da capacidade de
raciocinar e de processar os fatos que vivenciamos. ESTAR consciente
é ser capaz de pensar e ter ciência das nossas ações físicas
e mentais. Na clínica médica, podemos averiguar o estado
de alerta ou lucidez que uma pessoa apresenta num determinado
momento. Assim, podemos perceber num exame clínico o estado
ou nível de consciência, no qual podemos encontrar as seguintes
palavras: lúcido, vigil, hipovigil, hipervigil, confuso, coma profundo
etc. Todas elas atestam o nível de percepção que temos em relação
ao mundo.
“Alguém que utilize certas doses de álcool, por exemplo,
pode apresentar o seu nível de consciência reduzido (hipovigil) ou
até mesmo atingir o estado de coma. De forma inversa, as anfetaminas
(estimulantes) — muito utilizadas em dietas de emagrecimento
— costumam fazer o cérebro trabalhar mais depressa,
deixando as pessoas mais ‘acesas’, mais ‘elétricas’, com a fala
rápida, e podem provocar insônia e muita irritabilidade. Esse estado
é conhecido como hipervigilância.”
Finalmente alguém falava de forma clara como deveríamos
iniciar um exame clínico dos nossos futuros pacientes. Entusiasmados
e atentos às explicações do professor, fizemos inúmeras
perguntas sobre acidentes automobilísticos, traumatismos cranianos,
substâncias tóxicas e tantas outras situações que podem alterar
nossos níveis de consciência.
A segunda parte da aula não se tratava mais de identificar o
estado ou nível de consciência de alguém, mas sim de algo muito
mais complexo. Agora a questão era “SER ou não SER”.
“SER consciente não é um estado momentâneo em nossa
existência, como falamos anteriormente. SER consciente refere-se
à nossa maneira de existir no mundo. Está relacionado à forma
como conduzimos nossas vidas e, especialmente, às ligações
emocionais que estabelecemos com as pessoas e as coisas no
nosso dia-a-dia. Ser dotado de consciência é ser capaz de amar!”,
concluiu o professor.

Ao soar o sinal, a maioria da turma se levantou, esvaziando
o anfiteatro. Por alguns minutos, fiquei ali pensativa como se algo
tivesse me atingido de forma estranha e paralisante. Vi o professor
Osvaldo saindo; de longe fez um gesto discreto de despedida que,
sem querer, não consegui responder. Na minha mente duas palavras
ecoavam estridentes: consciência e amor! Não sabia explicar o
porquê, mas naquele momento fui tomada por duas inquestionáveis
certezas: eu estava lúcida (vigil) e experimentava uma emoção maravilhosa
e transcendente de ser uma pessoa consciente.
De lá para cá, muitos anos se passaram, mas aquela aula
— em especial a sua parte final — foi decisiva na minha vida. A
partir daquele dia, exercer a psiquiatria passou a ser parte inseparável
da minha existência. Eu tinha a consciência de que a minha
profissão seria um canal por onde emoções muito boas transitariam
por toda a vida.
Ser consciente é ser capaz de amar
Como visto na aula do professor Osvaldo, o termo consciência
é ambíguo, sugerindo dois significados totalmente distintos. E
por isso mesmo, é compreensível que a esta altura o leitor esteja
confuso. Na realidade, a consciência é um atributo que transita
entre a razão e a sensibilidade. Popularmente falando, entre a “cabeça”
e o “coração”.
Falar sobre consciência pode ser uma tarefa “fácil” e “difícil”
ao mesmo tempo. O “fácil” são as explicações científicas sobre o
desenvolvimento da consciência no cérebro, que envolvem engrenagens
como atenção, memória, circuitos neuronais e estruturas
cerebrais, que só serviriam para confundir um pouco mais. Nada
disso vem ao caso agora, pelo menos não é esse o meu propósito.
Portanto, esqueça! Aqui, vou considerar o lado “difícil”, subjetivo e
relativo ao sentido ético da existência humana: o SER consciente.
Mostrar apreço às condutas louváveis, ser bondoso ou educado,
ter um comportamento exemplar e cauteloso, preocupar-se

com o que os outros pensam a nosso respeito nem de longe pode
ser definido como consciência de fato. Afinal, a consciência não é
um comportamento em si, nem mesmo é algo que possamos fazer
ou pensar. A consciência é algo que sentimos. Ela existe, antes de
tudo, no campo da afeição ou dos afetos. Mais do que uma função
comportamental ou intelectual a consciência pode ser definida
como uma emoção.
Peço licença e vou um pouco além. No meu entender, a
consciência é um senso de responsabilidade e generosidade baseado
em vínculos emocionais, de extrema nobreza, com outras
criaturas (animais, seres humanos) ou até mesmo com a humanidade
e o universo como um todo. É uma espécie de entidade
invisível, que possui vida própria e que independe da nossa razão.
É a voz secreta da alma, que habita em nosso interior e que nos
orienta para o caminho do bem.
A consciência nos impulsiona a tomar decisões totalmente
irracionais e até mesmo com implicações de risco à vida. Ela permeia
as nossas atitudes cotidianas (como perder uma reunião de
negócios porque seu filho está ardendo em febre) e até as nossas
ações de extrema bravura e de auto-sacrifício (como suportar a
dor de uma tortura física e psicológica em função de um ideal). E,
assim, a consciência nos abraça e conduz pela vida afora, porque
está em plena comunhão com o mais poderoso combustível afetivo:
o amor.
De forma bem prosaica, imagine a seguinte situação:
Você está no aconchego do seu apartamento, depois de um
dia exaustivo de trabalho e reuniões. Momentos depois, o interfone
toca anunciando a visita inesperada de uma grande amiga. Ela
está grávida de sete meses e chegou abarrotada de sacolas com
as últimas compras do enxoval. Apesar do cansaço, você fica verdadeiramente
feliz com sua presença.
Por alguns momentos, vocês conversam alegremente sobre
o bebê, os planos para o futuro e colocam as “fofocas” em dia. Lá
pelas tantas da noite, sua amiga diz que precisa ir embora.

Em frações de segundos, você pensa: “Preciso tomar um banho
e dormir, será que ela vai entender se eu não acompanhá-la até
a portaria do prédio?”, “Mas ela está grávida e tem tanta coisa pra
carregar!”, “É melhor eu ir junto, não foi isso que me ensinaram.”
Bom, essa tagarelice mental, que azucrina tal qual um crime
cometido, sem dúvidas não é imoral. É absolutamente humana,
natural e foge ao nosso controle. Mas também não é a sua
consciên cia soprando no seu ouvido.
Ao contrário do “vou ou não vou”, você é imediatamente
tomado por um impulso generoso e se flagra no elevador com sua
amiga, suas bolsas e sacolas. Chama um táxi, abre a porta do carro,
diz ao motorista para ir com cuidado e se despedem felizes.
Hum! A consciência é assim mesmo: chega sem avisar e
não complica, apenas faz!
Uma história mais comovente:
São Paulo, domingo, novembro de 2007. Cerca de três minutos
após ter decolado do aeroporto Campo de Marte, um Learjet
35 caiu de bico sobre uma residência, onde moravam 14 pessoas
de uma mesma família. No acidente morreram o piloto, o co-piloto e
seis pessoas que estavam na casa. Os vizinhos Airton, de 47 anos,
e seu pai, o sr. Ângelo, de 75, correram para o sobrado da família
Fernandes assim que ouviram o barulho da queda do avião. Pai e
filho conseguiram salvar Cláudia Fernandes, de 16 anos. Eles ouviram
o choro da garota, que é autista e brincava com sua amiga
Laís na hora do acidente. Airton, emocionado, descalço e com a
blusa suja de sangue e cinzas, lamentava ter conseguido salvar
apenas uma única vida. O sr. Ângelo queimou a mão ao salvar
Cláudia e, após ser atendido por médicos no local, permaneceu na
rua tentando furar o bloqueio policial para voltar aos escombros.
Sem qualquer sombra de dúvidas, podemos afirmar que Airton
e Ângelo possuem consciência. E naquela tarde de domingo,
eles não pensaram, simplesmente agiram: isso é pura consciência
em exercício.